Clube define numeração do reforço mais caro e cede camisa da sorte
Mais de um ano tentando a contratação de Douglas e o Corinthians, enfim, conseguiu. Agora, com o acordo fechado em R$ 3,3 milhões por 50% da multa rescisória do meio-de-campo com o São Caetano, a diretoria resolveu entregar-lhe a camisa 10, que pede dono definitivo desde a saída do craque argentino Tevez, em agosto de 2006.
– Encontramos o nosso meia de armação, o nosso camisa 10 a partir de agora, tão pedido por todos. É um jogador de talento, que valeu todo o tempo e o investimento que dispensamos para contratá-lo – disse o vice de futebol do Corinthians, Mário Gobbi, no dia em que anunciou o novo reforço.
Por tabela, a diretoria e a comissão técnica resolvem mais um problema com um outro jogador que custou mais alguns milhões ao Timão: o atacante uruguaio Acosta, que custou US$ 1,5 milhão no início do ano, usará a camisa 25 na Série B.
O número da sorte, como o próprio Acosta diz, foi pedido por ele durante a pré-temporada em Itu, interior de São Paulo. O técnico Mano Menezes o convenceu a usar a 10, mas na primeira oportunidade que teve o uruguaio voltou a pedir a 25.
– É o treinador quem decide, mas se perguntarem para mim prefiro a 25. Vamos ver depois do Campeonato Paulista – afirma Acosta.
O atacante foi um dos quatro jogadores a vestirem a camisa 10 desde agosto de 2006, quando Tevez se mandou para a Inglaterra e rescindiu o contrato com o Corinthians.
Os meia-atacantes Ailton, Willian e Amoroso foram os primeiros. Só Willian teve algum sucesso. Apesar de ter marcado apenas dois gols pelo Timão, era o destaque da equipe treinada por Paulo César Carpegiani até ser negociado com o Shakhtar Donetsk, da Ucrânia, por 19 milhões de euros (cerca de R$ 40 milhões), o mais caro da história do clube.
LanceNet.
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