"Anjo" e treinador de goleiros Mauri orientam o goleiro para defender chute de Zé Carlos e colocar o Timão na final da Copa do Brasil
Nem mesmo o barulho ensurdecedor dos mais de 60 mil corintianos fez o goleiro Felipe deixar de ouvir duas vozes especiais antes da cobrança de pênalti de Zé Carlos, do Botafogo, nesta quarta-feira, pelas semifinais da Copa do Brasil. A primeira, do 'além'. A segunda, vinda de trás gol do Morumbi, vindo do preparador de goleiros Mauri Costa Lima.
- Eu sempre viro de costas e um anjo fala para ir para a esquerda e o outro para a direita. Na hora, eu defino quem fala mais alto. O Mauri disse que esse era o pênalti para pegar. Fiquei concentrado, respirando e pensando que acabaria se defendesse – conta.
Antes da defesa, porém, Felipe admite que estava preocupado pelos acertos dos companheiros e dos adversários. Até a batida de Zé Carlos, todos os nove atletas haviam convertidos.
- Já estava ficando com medo porque todo mundo tinha feito a parte deles. Foi sorte por acertar o campo e competência por defender. Ninguém pode falar que foi um pênalti mal batido. Consegui pegar de mão trocada – completa.
GloboEsporte.
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