O Corinthians segue no mercado tentando fechar, pelo menos, um patrocínio para estampar a sua camisa nesta temporada. Entre as diversas prospecções que o time tem feito, uma delas foi com a Caixa Econômica Federal. Sem revelar em qual estágio estaria a negociação, a conversa foi confirmada pelo marketing alvinegro.
"Negociamos com eles [Caixa] também, mas não estou sabendo de nenhuma novidade além das que passamos para a imprensa na última semana", revelou Caio Campos, coordenador de marketing do Corinthians.
Na última quinta-feira, na coletiva para apresentar os planos de reforma para a Fazendinha, o diretor de marketing alvinegro, Luis Paulo Rosenberg, afirmou que estava negociando com várias empresas. Apesar disso, o dirigente disse que um acerto poderia demorar, fazendo com que o time estreasse no Campeonato Paulista, no próximo dia 22, com uma camisa sem qualquer publicidade.
Apesar da confirmação por parte do Corinthians, a Caixa Econômica Federal prefere adotar uma postura diferente. Em contato com a reportagem, a assessoria de imprensa da estatal negou que o banco, que já patrocina modalidades como ginástica e atletismo, tenha intenção de entrar no futebol.
No ano passado, o Corinthians foi patrocinado pela Medial Saúde, em um acordo de R$ 16,5 milhões, o maior do futebol brasileiro até então. Em dezembro, no entanto, a empresa afirmou que não continuaria com o clube, forçando a diretoria alvinegra a correr atrás de um parceiro.
Com a chegada de Ronaldo, o Corinthians viu sua exposição aumentar e, com isso, passou a ambicionar três patrocinadores: um para o peito e costas da camisa, outro para a manga e um terceiro para o calção. O atacante ficará com parte do que for arrecadado com a receita oriunda dessas duas últimas cotas.
"Negociamos com eles [Caixa] também, mas não estou sabendo de nenhuma novidade além das que passamos para a imprensa na última semana", revelou Caio Campos, coordenador de marketing do Corinthians.
Na última quinta-feira, na coletiva para apresentar os planos de reforma para a Fazendinha, o diretor de marketing alvinegro, Luis Paulo Rosenberg, afirmou que estava negociando com várias empresas. Apesar disso, o dirigente disse que um acerto poderia demorar, fazendo com que o time estreasse no Campeonato Paulista, no próximo dia 22, com uma camisa sem qualquer publicidade.
Apesar da confirmação por parte do Corinthians, a Caixa Econômica Federal prefere adotar uma postura diferente. Em contato com a reportagem, a assessoria de imprensa da estatal negou que o banco, que já patrocina modalidades como ginástica e atletismo, tenha intenção de entrar no futebol.
No ano passado, o Corinthians foi patrocinado pela Medial Saúde, em um acordo de R$ 16,5 milhões, o maior do futebol brasileiro até então. Em dezembro, no entanto, a empresa afirmou que não continuaria com o clube, forçando a diretoria alvinegra a correr atrás de um parceiro.
Com a chegada de Ronaldo, o Corinthians viu sua exposição aumentar e, com isso, passou a ambicionar três patrocinadores: um para o peito e costas da camisa, outro para a manga e um terceiro para o calção. O atacante ficará com parte do que for arrecadado com a receita oriunda dessas duas últimas cotas.
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